segunda-feira, 26 de março de 2012

COM FOCO NA CRIATIVIDADE


Alexandre Aragão de Albuquerque


Em nosso dia a dia, existem coisas fantásticas que nós podemos ver, não importa a atividade que estivermos realizando. Tudo dependerá do nosso ponto de visão, de nossa capacidade de praticar a criatividade. 

Esse olhar para o extraordinário nos desperta a paixão escondida em nosso coração. De fato, ser criativo é se apaixonar pelo mundo que nos rodeia e entrar em contato com a fonte de energia que nos move: o Pathos.

Pode-se dizer, então, que a criatividade é uma questão de perspectiva que nos permite ter aquela visão extraordinária do ordinário.

Mas como fazer para usar a criatividade todos os dias, para tornar nosso trabalho e nossas vidas realmente extraordinárias? 

Sem uma perspectiva correta, é mais difícil encontrar aquilo que seja extraordinário. Mudar a perspectiva significa ir em busca de visões diferentes. 

Portanto, a lente que escolhermos para ver um problema é crítica. A perspectiva é que abre a porta para uma solução ordinária ou extraordinária. Primeiro é preciso achar a perspectiva correta. Para isso, precisamos estar abertos o bastante para vê-la. 

Se não aprendemos a trocar as lentes, ficaremos presos. Sempre há uma perspectiva nova possível. Quando acreditamos nisso, podemos transformar o modo de encarar a vida. Provavelmente, essa é a coisa mais importante sobre criatividade: há mais de uma resposta certa. 

Parece tão simples, mas esta é a chave da criatividade: há mil maneiras para abordar um problema e achar uma solução criativa. Os mesmos problemas podem ser contemplados de pontos de vista diferentes. Uma postura criativa implica em movimento, em não parar diante da primeira resposta certa. 

Todos têm a capacidade de dar respostas em seu trabalho. Enquadrar um problema e transformá-lo numa oportunidade é encontrar outro ângulo de visão, mantendo-nos confiante e à vontade porque outra resposta certa estará a nossa espera. Mas isto só acontece se não tivermos medo de cometer erros.  Para escolher 30 fotos com imagens extraordinárias, revistas com temáticas ecológicas analisam cerca de 14.000 testes fotográficos.

Quando não temos medo de errar e quando acreditamos que existe mais de uma resposta certa, começamos a romper com a acomodação de nossa vida. Padrões e sistemas são muito importantes, não conseguimos viver sem eles. Porém, os padrões sem nossos questionamentos tornam-se nossas prisões. Questionar os padrões que duram por muito tempo pode ser o primeiro passo a aprender a voar. A pergunta inicial pode ser: como podemos fazer melhor?

Essa pergunta nos leva a outras perspectivas refazendo nossa visão e nosso foco. E aí podemos aprender a fazer mais, com muito menos, conjugando simplicidade com eficiência.

Além de um estado mental voltado para a criatividade, é preciso muito treinamento, porque uma visão sem técnica é cega. 

Aperfeiçoar-se na técnica e colocar-se no lugar de maior potencial, isto é, no lugar onde exista a maior possibilidade de encontrar várias respostas certas. É preciso estudo, treinamento, aplicação. E quando se está no lugar de maior potencial, as respostas certas vêm uma atrás da outra. 

A vida nos oferece janelas com muitas oportunidades, momentos decisivos, onde tudo se encaixa e precisamos estar preparados para aproveitá-los.  Isto exige muita paciência e preparação para aproveitar as janelas de oportunidade.

Assim, a criatividade não é apenas visão e paixão. Inclui aperfeiçoamento técnico e perseverança. É um equilíbrio entre emoção e intelecto que surge quando damos verdadeira importância àquilo que fazemos, às pessoas com quem trabalhamos, aos projetos aos quais nos dedicamos.

Ser criativos é ser apaixonados pelo mundo. Sendo apaixonados, somos criativos. 

E assim transformamos o ordinário em extraordinário. A vida é um banquete que está servido ao nosso redor o tempo todo, oferecendo infinitas oportunidades em um mundo cheio de luz e beleza. 

Se deixarmo-nos preencher pela Beleza, ela virá à tona de mil maneiras. A janela está sempre lá, basta estarmos abertos para vê-la.

quinta-feira, 22 de março de 2012

IMPLANTANDO O ENDOMARKETING


ALEXANDRE ARAGÃO DE ALBUQUERQUE



Em nosso primeiro artigo, tratamos da concepção do endomarketing. Agora passamos a refletir em torno do processo de implantação do endomarketing numa empresa.

Primeiramente é preciso ter um diagnóstico, uma avaliação cuidadosa e sistemática do ambiente interno da empresa, utilizando para isso a ferramenta FOFA (SWOT).
Em seguida, dar início ao processo, contemplando três níveis de abrangência do endomarketing:
 
1) A criação de uma cultura de serviço ao cliente (interno e externo).

2) A instalação de um processo dinâmico capaz de garantir a vivência dessa cultura, fazendo com que os seus valores sejam integrados no dia a dia da empresa.

3) A expansão dessa cultura de serviço ao cliente por meio da introdução de novos bens e serviços para os funcionários, ao lado de atividades e campanhas de marketing.

Como resultado fundamental, deve-se gerar um clima organizacional baseado no diálogo e numa perfeita comunicação que contemple a troca de informações, ou seja, o feed-back. Para isso a liderança empresarial é fundamental. Ela é a responsável pela criação do modelo, encarnando em primeira pessoa o exemplo a ser seguido e disseminado.

Portanto, é preciso seguir um programa para realizar a implantação. O Programa, entre outras coisas, deve contemplar:

i) O treinamento de todos os que compõem a empresa, sob a ótica da educação (valores) e desenvolvimento (técnica). Todos precisam saber O QUE FAZER, COMO FAZER, POR QUE FAZER E PRA QUEM FAZER.

ii) O Programa deve contemplar os processos de motivação, de comprometimento com a nova cultura da empresa, de valorização dos funcionários bem como de suas recompensas, incluindo aqui um plano de carreira, com algumas categorias, por exemplo: junior, sênior, excel.

iii) A criação de um sistema eficiente de informação e uma rede de comunicação interna.

iv) A segmentação do mercado de clientes internos: quem atende quem, como, por que etc.

v) Cenários para a criação de novos produtos, serviços e campanhas publicitárias.

vi) Um processo cuidadoso de seleção de candidatos para integrarem o quadro da empresa. É preciso elaborar o Perfil do Candidato de acordo com a filosofia e objetivos da empresa. Para isso requer-se profissionais competentes para fazer a seleção. Jamais se deve baixar o padrão de expectativa da empresa.

Os Treinamentos devem visar à coesão interna do grupo, desenvolvendo-o para competir com mais eficiência no mercado. Consequentemente, não pode ser uma atividade de mão única, mas deve contemplar os momentos de diálogo. É o momento especial para gerar o envolvimento dos funcionários, por meio do qual eles podem ser valorizados como pessoas e comprometerem-se com os valores da empresa, estimulando-os para o crescimento pessoal e profissional. Os treinamentos permitem à empresa uma condição imbatível na disputa pelo mercado.

O Processo de Motivação deve valorizar ao máximo o reconhecimento pelo trabalho que os funcionários realizam, a sua importância como pessoas, uma remuneração e recompensas adequadas. A eficiência é algo que está acima do esforço. Está ligada a uma cultura organizacional totalmente motivada e coesa. Por isso é preciso manter um processo permanente de motivação.  Para que haja excelência no desempenho, o funcionário precisa ser tratado com valor.

Uma das dimensões importantes da motivação é a implantação de uma política de recompensa. Seja qual for a recompensa ela deve derivar de um processo de avaliação e de métodos diversificados que possam constatar a qualidade do desempenho nas mais diferentes funções. Devem-se enfocar prioritariamente os grupos.

A Liderança assume um papel fundamental no endomarketing. Num mercado altamente competitivo, o líder importante é aquele capaz de congregar esforços e talentos para somar vantagens e diminuir desvantagens. A Iniciativa e a Criatividade são formas de antecipar a resolução de problemas, procurando fazê-lo em tempo ótimo, sem que se acumulem  e nem se tornem obstáculos ao trabalho.

A dimensão positiva da iniciativa e da criatividade está nas soluções que se antecipam ao surgimento dos problemas, evitando-os e contribuindo para maior eficiência da empresa. Consequentemente, implica delegar poderes. Delegar poder é antes de tudo fruto de uma relação positiva entre o Líder e o seu grupo de liderados. É o empowerment.  O poder total corrompe; a falta de poder deforma.

Neste sentido, faz-se mister criar um sistema de comunicação dentro da empresa, muito atentos aos veículos escolhidos para transmitir as mensagens. A comunicação requer que enquanto alguém esteja falando, o outro esteja ouvindo. Ser capaz de ouvir o outro com atenção é o reconhecimento concreto da valorização da pessoa. Ouvir o outro com atenção é dizer-lhe sim. Lembrando que onde não há comunicação eficiente, predominam os ruídos, os boatos.

Por último, torna-se fundamental um processo permanente de avaliação da cultura, do clima e do desempenho organizacional.




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quarta-feira, 7 de março de 2012

PREFÁCIO DO LIVRO JUVENTUDE, EDUCAÇÃO E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

Protagonismo e participação: desafios da ação política

Espaços institucionais são lugares que podem ser ocupados de muitas maneiras. Lamentavelmente, pela corrosão que vem se procedendo nos regimes democráticos pelo mundo afora, essa ocupação tem se dado de modo formal, para cumprir agendas políticas, pautas de plataformas de estados e governos, que não raramente privilegiam interesses outros e não a vida concreta das pessoas, suas relações sociais, seus estilos de vida. Não é novidade, nem recente, a divulgação de resultados de pesquisas feitas por vários órgãos que atestam a descrença das pessoas nas instituições, sejam elas tomadas no seu aspecto imaterial (como a religião, a política, a família), sejam no seu aspecto concreto (os partidos, as igrejas, as políticas públicas, os movimentos sociais, etc.). Muito comum também é o discurso sobre a apatia da juventude, a sua “alienação”, o seu individualismo, marcadamente ancorados no consumismo e no hedonismo, que se tornaram baluartes dos modos de viver na contemporaneidade. 
 
O trabalho que Alexandre Aragão nos apresenta vem na contramão dessas “lógicas”. Trata-se de um fragmento de longas experimentações, que constituem a trajetória de militância política e vida acadêmica do autor, desde a sua participação na política estudantil dos anos 1980, na Universidade Federal de Pernambuco até a coordenação da Escola Civitas de Fortaleza, entre 2007 e 2009. Desse longo percurso, que agrega silenciosamente tantas outras experiências - não relatadas no texto, mas implícitas em muitas passagens do trabalho -, foi gestado o objeto da sua dissertação de mestrado apresentado ao Programa Políticas Públicas e Sociedade, da Universidade Estadual do Ceará, em 2011: a participação de jovens estudantes do ensino médio de uma escola pública, no Orçamento Participativo de Fortaleza. Problematizar como se deu a participação dos jovens que ocuparam o espaço público na condição de protagonistas e não de meros expectadores, foi o desafio posto a si mesmo pelo autor e o coração da pesquisa por ele empreendida.

Falo em protagonismo remetendo à origem etimológica da palavra: agonia em luta. Neste sentido, toda experiência de participação política tem a sua agonística: ela emerge do conflito, da disputa travada no jogo de forças que os homens tramam entre si, do combate nas ações cotidianas. Tal espírito de luta, como nos ensinam as narrativas épicas dos gregos, entretanto, não exalta o aniquilamento dos vencidos, mas a afirmação da nossa condição de homens livres, capazes de desenvolver o espírito de tolerância, respeito ao oponente e senso de justiça.

Na esteira da construção desses valores temos a invenção da Política, como dispositivo de exercício de poder que se contrapõe à guerra. Uma discussão inovadora sobre o poder, esse tema tão caro à filosofia política, é brilhantemente feita por Alexandre Aragão, sendo essa uma marca forte do trabalho: os modos pelos quais o exercício do poder político é apropriado por jovens que em geral, encontram-se à margem da esfera pública.

Privilegiando a voz dos próprios atores, sejam eles gestores, professores e, sobretudo, alunos, ouvidos em situação de observação participante o autor narra o percurso da participação de jovens estudantes no Orçamento Participativo de Fortaleza e seu impacto sobre a construção da cidadania, que se inicia numa sala de aula e se amplia com a experiência da Escola Civitas.

O trabalho de campo da pesquisa salta aos olhos, num enredo que convoca o leitor à reflexão e que instiga a discussão acerca da relação do pesquisador com seu objeto. Longe de defender uma neutralidade asséptica o autor explicita na metodologia adotada e na análise dos dados sua própria posição política, marcada pelos valores nos quais acredita e que defende: a abertura à diferença como condição necessária ao diálogo que produz e sustenta a ação política, a igualdade e a liberdade como pilares da construção da democracia e a comunhão fraterna, ancorada na generosidade de uma doação que não é apenas de bens materiais e simbólicos, mas de si mesmo, como força motriz da construção de uma nova sociedade, que começa, entretanto, por ações miúdas, que ganham visibilidade e força quando compartilhadas.

Por um lado, a narrativa aponta inquietações, contradições, impasses e desafios vividos pelos protagonistas, e por outro, apresenta reflexões sobre as alternativas encontradas, muitas vezes num exercício de teimosia e esperança de adolescentes e jovens que insistiram em desafiar a ordem posta das coisas: o que queremos para o nosso bairro, para a nossa cidade? Como queremos? Do que precisamos, quais as nossas necessidades, nossos desejos? Como fazer os moradores participarem? Como fazer nossa voz ser ouvida em espaços institucionais pouco afeitos à participação popular?

Destaco aqui essa agonística, ressaltando a enorme distância que existe entre a idéia de um projeto e sua realização após ter se institucionalizado e disso não escapam as experiências rotineiras do Orçamento Participativo. Ao produzem fraturas nessa lógica da participação formal ou burocrática, ao cavarem “brechas” para uma participação concreta e democrática, os atores da experiência relatada por Alexandre Aragão denunciam a tendência que as organizações sociais possuem ao fechamento e reprodução de práticas instituídas, mas ao mesmo tempo, anunciam a possibilidade de mudança, que se dá a partir do compromisso político-afetivo das pessoas, enfatizando o caráter coletivo dessas ações. É esse sentido do coletivo – a construção de um “nós” em contraposição a “eu e os outros” - que forja nos jovens uma nova dimensão da política, antes vista tão somente no seu aspecto negativo, como campo de corrupção e desavenças.

“Sejamos realistas, tentemos o impossível”, dizia uma das frases gravadas nos muros de Paris, em maio de 1968. Numa época de perda de ilusões, de descrença em mudanças, de acomodação e indisposição para a luta, de insegurança e medo generalizado que produz isolamento e apatia, os atores da experiência apresentada neste livro mostram que pequenas ações cotidianas de participação política podem resultar na conquista de bens sociais a serem partilhados, em alegria, reconhecimento e esperança. É, pois, com enorme satisfação que prefacio este livro, convidando o leitor a mergulhar nas experiências nele narradas e encontrar a vida que nelas pulsa, através de seus personagens e das ações por eles protagonizadas.


Maria Teresa Nobre
Universidade Federal de Sergipe

sábado, 3 de março de 2012

INTRODUÇÃO AO ENDOMARKETING

Alexandre Aragão de Albuquerque


Iniciamos nossa breve reflexão com uma indagação: qual a função de uma organização?

Esta parece ser uma pergunta importante, porque dependendo da resposta que for dada provocará, consequentemente, o formato como uma empresa produzirá sua identidade empresarial mediante a qual poderá manter-se viva no mercado pelo desenvolvimento de suas vantagens competitivas.

Para nós, a função de uma organização reside em adquirir e manter clientes.

Como?

Por meio da realização de serviços que levem às pessoas a quererem adquiri-los na empresa que os desenvolveu. A tarefa não se trata, portanto, de fabricar produtos, ou seja, não fixar-se numa visão de mercado centrado na produção de produtos, mas de proporcionar satisfações que conquistem sempre mais clientes. E isto não deve ser apenas uma responsabilidade de alguns setores ou departamentos de uma organização.

Em nossa concepção, toda a organização deve estar comprometida com este objetivo. E para poder formar a consciência de todos os colaboradores, estimulando-os sistematicamente neste compromisso, a ferramenta do endomarketing se faz necessária. Portanto, numa visão do mercado centrada no cliente, o endomarketing
entende que o primeiro cliente a ser atendido são todas as pessoas que constituem uma organização.

Na era da globalização, da quebra das fronteiras comerciais, a excelência de “dentro para fora” da estrutura organizacional é assertivamente o ponto principal do endomarketing. É nela que reside a responsabilidade de captar, capacitar e gerir os colaboradores de modo que cada unidade se integre ao todo, na busca da satisfação interna e externa da organização. Para tanto, é fundamental uma boa estratégia de comunicação e construção de relacionamentos. 

O endomarketing tem como objetivo fazer com que todos os membros de uma organização sintam-se acolhidos, compondo uma grande e única equipe. Para isso, além de informar é preciso identificar necessidades de cada pessoa e tentar relacioná-las aos objetivos da empresa. Porque, quando há falta de informação, sensação de isolamento e descaso para com as necessidades dos colaboradores, não há motivação.

Quem detém conhecimento e informação são as pessoas. Viver efetivamente o processo empresarial estrategicamente significa viver com a informação adequada, para dar respostas rápidas e satisfatórias. Um bom clima organizacional, criativo e competitivo, portanto, será gerado a partir do momento em que todos aqueles que formem a empresa se comprometam numa ação marcada por valores de cooperação tendo em busca o mesmo objetivo final: crescimento a partir da satisfação do cliente.

Investir na qualificação humana – pessoal e coletiva - é uma tarefa específica do endomarketing, capaz de produzir o comprometimento e a iniciativa dos membros de uma organização, levando-a a obter sempre mais vantagens competitivas. Valorizar o membro da empresa, motivá-lo e despertá-lo para a iniciativa são tarefas fundamentais que cabe às lideranças empresariais implementá-las de forma participativa e dialogicamente.

Concluindo, pensar o endomarketing significa pensar num mercado orientado para o cliente, com o objetivo de prestar-lhe um serviço excelente. Para isso é fundamental que todas as pessoas que compõem uma empresa sejam vistas em sua totalidade de seres humanos como um ativo valiosíssimo. Prestar um excelente serviço aos clientes significa mais do que tapinhas nas costas ou sorrisos artificiais: significa envolver e comprometer todos os membros de uma empresa com seus objetivos e decisões, a partir de uma metodologia estratégica de desenvolvimento do compromisso com a organização como um todo.

Significa ter como ponto de partida relacionamentos cooperativos com responsabilidades compartilhadas que promovam uma vida profissional sadia a qual contribua firmemente para uma vida familiar saudável e uma vida social responsável e participativa.